segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Elementos de composição parte 1

Melodia

Considerações sobre o fraseado

Fraseologia é o estudo da construção do discurso musical, suas articulações e ligações - enfim, o modo como se relacionam os diversos elementos de uma obra. A fraseologia estuda especialmente a construção melódica.

  1. Elementos Fraseológicos:
    1. Inciso: A menor unidade reconhecível de uma determinada obra musical. O inciso é incompleto em si mesmo, sendo utilizado como ponto de partida para construção de unidades mais extensas. O inciso também é chamado de célula ou motivo. Ex.:

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    1. Semi-frase: (ou membro de frase): A concatenação de diferentes incisos. Ex.:

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    1. Frase: A unidade básica da sintaxe musical - uma idéia musical completa que finaliza com uma cadência. A frase resulta da conexão de duas ou mais semi-frases. A frase pode ser:
      • Conclusiva - quando termina com uma cadência conclusiva.

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      • Suspensiva - quando termina com uma cadência suspensiva.

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d. As cadências conclusivas são aquelas que terminam no acorde de tônica; as cadências suspensivas terminam em outros acordes. Para fazer com que os motivos se desdobrem formando frases, utilizam-se as Técnicas de variação, como: transposição, inversão, expansão, etc.

    1. Período: A combinação de duas ou mais frases complementares. A segunda frase é ouvida como resposta à primeira.
      • Frase antecedente - A primeira frase de um período.
      • Frase conseqüente- A frase que serve de resposta.

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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

5 -ENSAIANDO A ORQUESTRA`(último capítulo do livro Face to face with orchestra and chorus

 

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Certamente você deve ter planejado e espera o resultado durante o ensaio. Tempos dos movimentos que você intenta ensaiar. Programe tudo o que vai acontecer durante seu ensaio, inclusive os últimos cinco minutos do ensaio, onde você deve avisar o que vai acontecer e todas as informações que deverão ser passadas.

Se os músicos da sua orquestra forem sindicalizados, você deve saber o as regras dos músicos, duração do ensaio, intervalo. Você deve começar o ensaio nos movimentos que envolvam toda a orquestra, e depois os outros movimentos, liberando os músicos que não tocaram nesses movimento.

AFINAÇÃO

Usualmente o oboé é o responsável para dar a nota de afinação da orquestra, tocando a nota A. Depois o resto das madeiras, metais, cordas e toda a orquestra junta. Excepcionalmente pode ser usado o trompete ou o piano para ser a nota de referência da orquestra.

A afinação é sempre um processo de compromisso, as cordas geralmente querem uma afinação mais alta brilhante. As madeiras uma afinação mais baixa, porque à medida que vai tocando a afinação tende a subir. Orquestras européias geralmente tocam mais altas que as norte americanas.

PRIMEIRA LEITURA

É recomendável que a primeira leitura seja feita de forma ininterrupta de todo o movimento, aplicando o que o maestro deseja em termos de fraseado e dinâmica.

Dê uma segunda chance aos músicos de corrigirem eles mesmos alguns erros que aconteceram na primeira leitura, eles sabem onde erraram e estão doidos para passar novamente e corrigir o que saiu errado na primeira vez. Muitas coisas não ficaram claras para a orquestra porque eles precisam ouvir os cantores, precisa haver uma interação.

O QUE FALAR OU NÃO FALAR

Não fale muito, músicos não gostam de ouvir gostam de tocar, também não fale sobre a biografia do autor, historia, analise, por que os músicos não gostam de saber musicologia, querem vencer aquelas passagens rápidas e difíceis e fazer uma bela interpretação nas partes melódicas.

Lógico que tudo depende da música, se for uma música programática por exemplo, depois de duas passadas é bom comentários sobre o que à música está representando em determinados momentos.

Não pare a música, a menos que tenha uma boa razão para isso, então você deve explanar rapidamente e recomeçar o ensaio. Também observe que quando você para muitos músicos vão conversar entre si não dando muita importância no que está sendo falado, outros estarão tocando, consertando alguns erros nesse caso é muito importante que o maestro não os repreenda. Outros estão verificando as arcadas, outros estão interessados no que você está falando.

PROBLEMAS DE EQUILÍBRIO

Em geral quando se juntam orquestra e coral, 90% dos maestros reclamam que os instrumentistas tocam muito alto. Falta de equilíbrio sonoro pode ocorrer principalmente nos primeiros ensaios onde muitos cora listas faltam.

· E saudável a orquestra tocar auto no inicio, onde estão aprendendo a música e se familiarizando com o tipo de música que irão tocar, tente ganhar o conjunto, depois trabalhe a dinâmica.

· Esteja pronto a perceber qualquer problema de equilíbrio durante os ensaios e esteja apto a sinalizar para obter uma sonoridade melhor.

· Lembre – se que surdinas para as cordas servem para modificar o timbre e não diminuir a sonoridade.

· Você deve diminuir o numero de cordas em certas passagens se assim achar necessário.

· Entenda que existem momentos da orquestra, momentos do coral e momentos dos solistas nas músicas. Dando o seu real valor em cada um desses momentos.

· Problema de equilíbrio também podem ser por estarem tocando errado, deve se estar atento a isto.

· Também você deve saber que pode dobrar as madeiras em certas instancias pelo equilíbrio se assim for necessário.

PREPARANDO O CORAL PARA O ENSAIO COM A ORQUESTRA

Coralistas estão acostumados a terem toda a atenção para si do maestro, e nos casos de orquestra e coral, a atenção deve ser voltada para os dois grupos. O coro espera todas as movimentações nas mãos do maestro.

O coral deve se responsabilizar pela sua parte, não dependendo totalmente da atenção do maestro.

Algumas considerações devem ser observadas nestes casos.

· Treina – los nas notas longas, sem depender de um sinal seu.

· Eles devem estar prontos para entrar sem grandes interferências do maestro, considerando que pode haver grandes problemas na orquestra e nos ensaios com coral e orquestra, normalmente o coral já estar bem trabalhado enquanto a orquestra ainda estar no processo.

· Dobre a dinâmica mas consoantes (devem aprender a cantar as vogais baixinho e as consoantes bem articuladas e com volume).

· Certamente depois de entender bem a dinâmica, colocar a responsabilidade no coral para manter a proporção da dinâmica em toda a peça.

· Ponto de zonas de perigo ao longo do trabalho, prepará-los de forma defensiva para responder aos problemas que possam surgir e, tanto por sua própria iniciativa possível.

Quando você colocar o coro e a orquestra juntos, você pode ignorar o coro. (Advirta-os de antemão que isso pode acontecer.) Eles provavelmente serão treinados de qualquer maneira. Deixá-los à própria sorte faz com que escutem a orquestra, também os ajuda a entender que eles devem ser responsáveis por seu próprio desempenho, com menos de ajuda de você do que de costume.

Dê sua maior atenção para a orquestra, mais na sua mente considere as necessidade do coro durante os ensaios, seu procedimento quanto ao equilíbrio, e despenda a sua melhor atitude e energia para produzir o melhor som o possível.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

3 - PREPARAÇÃO PARA O ENSAIO (parte 6)

Conforme nos aproximamos de um desempenho, temos de levar isso com nossa primeira regra: a de que cada pedaço de palavra que pode ser feito corretamente com antecedência devem ser concluídas antes do primeiro ensaio. Todo o estudo partitura, todo o planejamento, todas as conferencias com spalla e diretores, todos as decisões da interpretação que não precisa esperar, estes devem preceder ao primeiro ensaio com a orquestra. Se você espera tirar melhor proveito de cada minuto do seu tempo de ensaio.

Visite a orquestra antes com o seu maestro principal, observe a maneira que ele fala com os instrumentistas em especial com as cordas, observe o que pode ser acoplado ao seu vocabulário, e principalmente o que pode melhorar o resultado sonoro do seu coro.

O CONCEITO PRIMORDIAL DA PALAVRA

Sua primeira responsabilidade, é o desenvolvimento do conceito das palavras para a performance, e o estilo que você quer apresentar isso. Você pode fazer decisões preliminares sobre articulações, dinâmicas, agógica e frases.

Você deve aprender muito sobre a música, sobre o compositor, e sobre o estilo contemporâneo. Se ouvir gravações sobre a música, não imite a gravação, tenha a sua própria interpretação.

Quando for estudar a música, use a partitura da orquestra e lembre que a orquestra não é apenas um acompanhamento, importantes materiais sonoros da orquestra devem ser observados para melhor apresentação do coral.

PREPARAÇÃO DA PARTITURA.

A forma que aparece a distribuição dos instrumentos na partitura assusta muitos maestros de corais. Para melhorar sua habilidade de ler várias pautas, é necessário praticar. Os instrumentos são colocados por famílias, primeiro aparece às madeiras: Flauta (píccolo), oboés, (Corne inglês, oboé d’more), Clarinetes (Eb, Bb ou A) clarinete alta Eb, Clarone (Bb), Fagotes, (contrafagotes). Depois vem os metas: Trompas, Trompetes, Trombones e Tuba, A secção da percussão, Coral com os solistas, e por último às cordas (Violinos, Violas, Calos e contrabaixos).

Durante o período de estudo, você deve escrever nas margens ou nas partes brancas da partitura relevantes conselhos dados por professores. História, analise. Todo esse material é para o maestro, para seu melhor aprendizado e não para compartilhar com a orquestra. Se a partitura não incluir o número de compassos então você mesmo anote também. Se tiver número de ensaio na partitura da orquestra e não na sua, então anote na sua o número de ensaio ou letra de ensaio.

Faça o uso de cores, para marcar a partitura, entradas, cortes, dinâmicas, rall, dim, etc.

CONFERENCIAS ANTES DO ENSAIO

Depois de ter um conceito claro e tendo todo o trabalho em mente que será realizado, você vai ver que útil passar com o spalla o seu cronograma de ensaios, organizar estante de música, dar ao músico uma cadeira confortável e experimentar o seu tempo. Veja o problema a seguir: As partes de cordas que foram usadas antes (as peças da biblioteca se sua orquestra ou de um fonte de aluguel), terá escritos de arcadas. Você pode querer mudar, mais se fizer mais escritos na partitura ela pode ficar muito ruim para ser lida.

4 - AJUSTE DA TÉCNICA DA BATUTA

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Liderança

Como já dissemos antes, regentes corais têm, em geral, mais tempo de ensaio por compassos para a música que os maestros orquestrais. Muitos de nós têm acompanhantes excelente, também, e eles nos ajudam rotineiramente na liderança do coro com as palavras novas, corrigindo notas erradas, ajudando a manter a entonação, clarificando dando ênfase pulso e ritmo, e influenciando fraseado. Muitos corais decoram todas as músicas do repertório no processo de ensaio e aprendizagem das músicas.

Como conseqüência disso o maestro fica livre para fazer música, pode dar destaque a algumas palavras, parar de contar tempos e se concentra em melhorar a interpretação.

Quando nos deparamos com uma orquestra, então, temos realmente uma conduta nova, e nos sentimos pouco à vontade talvez mesmo inadequado. Ao contrário dos cantores, os músicos precisam do entendimento do seu gesto que seus cantores, pelo pouco contato que vão ter.

Prepare seu físico e reexamine sua técnica com a batuta. Goste de treinar como atleta. Grave a si mesmo regendo se possível, seja um auto crítico. Prepare mentalmente também, dê toda a importância à grade orquestral. No ensaio reserve para a orquestra 75% do tempo de ensaio e os outros 25% para o coral.

PREPARAÇÃO DO PULSO

A orquestra precisa sentir a energia que o maestro deve usar para conduzir a orquestra, eles precisam saber onde é o clímax da frase ou da música, para mostrar essa imagem, sempre uma batida em frente em transmitir o gesto que você está fazendo naquele momento.

Uma diferença entre músicos e cantores, já foi citado antes, mais é sempre bom lembrar, instrumentistas não decoram as músicas enquanto os cantores normalmente decoram, eles estão lendo o tempo todo, como conseqüência eles tem uma visão periférica da batuta.

CUMPRINDO A PULSAÇÃO

Os músicos são treinados ao tocar seus instrumentos a verem a preparação do primeiro tempo com suas mãos. Com isso se você for dar instruções não levante a mão para começar a música, pois os músicos posicionam para tocar. Levante sua batuta somente quando estiver acabado de dar as instruções.

Observe que existe um ritmo de preparação na orquestra, assim como existe no coro. Não deve haver diferença entre os tempos tanto do coral como da orquestra.

O que a orquestra realmente precisa é que você seja claro, o mais claro possível. Pratique a variedade sinais que aparecem na partitura, como legato, marcato, forte, piano. Eles devem se sentir seguro ao olhar para a ponta da sua batuta, se houver alguma insegurança, o ataque pode não sair tão bem ou nem sair.

Conduzir ritardando é uma técnica que nem todo maestro coral tem. É necessário treinar para isso, se você quer um ritardando, ou um acelerando, você deve na sua mente estar subdividindo os tempos do compasso para não mudar muito drásticamente e ser acompanhado pelos músicos.

Fermatas são diferentes nas orquestras, muitos maestros corais continuam a contar tempos (reger) durante a fermata, talvez assim ele encoraje o coral a manter a qualidade do som e manter a respiração, na orquestra isso confunde o músico. Com a fermata na orquestra o maestro para de reger e prepara a próxima som.

Surpreendentemente cortes com a mão esquerda não funcionam bem, porque eles vêem a batuta e se baseiam nela.

Os músicos de orquestra para aprender a música e saber exatamente onde será o próximo ataque olham as partes dos outros instrumentos, e depois de algumas passadas são capazes de nem mais contar seus compassos em branco, observam a deixa nos outros instrumentos.

Se levantar a mão esquerda para sinalizar uma passagem leve, cuidado para não deixa – lo pendurado no ar. Gestos como estes atrapalham a execução dos músicos de cordas, deixando restrito seu som.

Nas fugas não é necessário mostrar todas as entradas para o coral e orquestra, basta que você prepare os sujeitos e contra-sujeitos, na ordem em que aparecem.

Finalmente em todos os gestos você deve planejar fazer um trabalho de economia. Use apenas gestos necessários e claros. Não deve ter gestos que confundam a orquestra.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Quarteto para o fim do Tempo (Quinto Movimento. Louange à l’Éternité de Jésus) Análise

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Quinto movimento. Louange à l'Éternité de Jésus (“Elogio a eternidade de Jesus “) para o cello e o piano

Jesus é considerado aqui como a palavra. Uma frase larga, infinita lenta, no cello, amplia com amor a reverencia e a eternidade da palavra, poderoso e doma,… “No começo era o verbo e o verbo era Deus e o verbo estava com Deus. (João 1:1

Toda a peça tem a seguinte estrutura:

Formação instrumental:

I. Liturgia

II. Vocalize

III. Abîme

IV. Intermède

(scherzo)

V. Louange

VI. Danse

VII. Fouillis

VIII. Louange

Violon

quatuor

quatuor

trio

unisson !

quatuor

duo

Clarinette

solo

Violoncelle

duo

Piano

duo

O quinto movimento é um duo para Violoncelo e piano. Uma peça extremamente lenta e melodiosa onde o violoncelo tem a melodia em todo movimento e o piano faz o acompanhamento homorítmo o tempo inteiro apenas com mudanças de acordes e de pulsação.

A figura que representa um tempo é a semicolcheia, embora não tenha indicação de compasso.

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A canção é assim dividida a) Tema (antecedente e conseqüente) b) período médio, tendência para o dominante; c) período final, uma introdução do tema. Um exemplo da canção-sentença; tema (antecedente):

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Este tema é repetido com uma descida melódica diferente (conseqüente): mais tarde, a parte média, grande e excepcional e divisível em três períodos:

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Após uma cadência em Si maior, no acorde dominante, uma ascendente com um crescendo conduz ao período final sobre o acorde de Mi maior, e a sentença é terminada em pianíssimo absoluto.

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Os últimos compassos são concluídos com mudanças de acordes descendentes no piano enquanto o violoncelo finaliza com uma escala ascendente, muito parecida com o modo 2 de Messiaen com suprimentos de notas como no exemplo.

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O segundo modo de Messiaen.

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quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

A SECÇÃO DE PERCUSSÃO (parte 5)

A SECÇÃO DE PERCUSSÃO.

Tímpanos, indispensável a toda orquestra, ocupa o lugar mais importante no grupo de instrumentos de percussão. Um par de Tímpanos, nas chaves tônicas e dominantes, era o atributo necessário de uma orquestra até, e inclusive Beethoven - tempo, mas, no meio dos século XIX para frente, na Europa ocidental e na Rússia, uma necessidade sempre-crescente era sentida para a presença de três ou até mesmo quatro Tímpanos, durante o curso inteiro ou parte de um trabalho. Seu tambor cromático, permitindo afinação.

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Era considerado que os limites de possível mudança no tempo de Beethoven eram:

Nos dias atuais é difícil definir a extensão precisa, isto depende completamente do tamanho e qualidade do menor de qual há muitos tipos, mas eu aconselho para o compositor que selecione:

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Tímpanos são capazes de toda sombra dinâmica de tom, de fortíssimo a um pianíssimo pouco perceptível. Em tremulando eles podem executar o crescendo mais gradual, diminuendo, o sfp e morrendo.

Para enfraquecer o som, um pedaço de pano é colocado geralmente na pele do tambor, de acordo com a instrução: coperti de tímpano.

GLOCKENSPIEL, BELLS, XYLOPHONE

O glockenspiel (campanelli) pode ser feito de barras de aço, ou com um teclado. O primeiro tipo é o mais satisfatório e possui maior ressonância. O uso do glockenspiel é semelhante ao celesta, mas seu som é mais brilhante e penetrante. Sinos grandes na forma de discos ocos ou metal entubam (1), ou reais sinos de igreja de tamanho moderado podem ser considerados mais como propriedades teatrais que instrumentos orquestrais.

O xilofone é umas espécies de gaita compostas de tiras ou cilindros de madeira, golpeadas com dois que pouco martela. Produz um som movendo, poderoso e penetrante.

Completar este catálogo de menção de sons deveriam ser feitos pelas cordas que tocam col legno está com a madeira ou atrás do arco. O som produzido é semelhante ao xilofone, e ganha em qualidade quando o número de instrumentistas é aumentado.

PERCUSSÃO INSTRUMENTOS QUE PRODUZEM SONS INDEFINIDOS

Instrumentos neste grupo, como triângulo, castanholas, pequenos sinos, pandeiro, interruptor ou vara (Rute. Ger.), lado ou tambor militar, címbalos, baixo tambor, e gongo chinês não levam nenhuma parte harmônica ou melódica na orquestra, e só pode ser considerado como instrumentos ornamentais puro e simples. Eles não têm nenhum significado musical intrínseco, e há pouco é mencionado a propósito. O primeiro que três podem ser considerados como agudo, o quatro seguinte como médio, e o último em dois como instrumentos graves. Isto pode servir como um guia ao uso deles/delas como percussão de sons de determinados, enquanto tocado em registros correspondentes.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Como criar filhos

 

Por Manoel Clarindo Barbosa

Cl. 3:21 ‘vós, pais não irriteis a vossos filhos, para que não percam o ânimo’.

É obrigação dos pais dar aos filhos a instrução e a disciplina condizente com a formação cristã. Os pais devem ser exemplos de vida e conduta cristãs, e se importar mais com a salvação dos filhos do que com seu emprego, profissão, trabalho na igreja ou posição social. Os filhos são bênçãos vindas da parte de Deus (Sl 127:3).

Criar filhos na disciplina e orientação cristã, muitas vezes requer dos pais uma atuação mais firme do que a orientação recebida no dia a dia, visto que esta não indica correção mais firme, mas, somente o diálogo. A Bíblia porém recomenda o castigo (Pv.19:18). “O que não faz uso da vara odeia seu filho, mas o que o ama desde cedo o castiga” (Pv.13:24).

Há pais que dizem com muito orgulho nos meus filhos eu não dou nenhuma palmada e não aceito castiga-lo. Outros deixam seus filhos fazerem o que bem quer e pensam que são os professores da EBD, ou mesmo no colégio que seus filhos serão ensinados, isto é uma irresponsabilidade, Os que assim fazem não sabem o mal que estão causando para eles e para se mesmos e ainda para a sociedade.

“Não retires a disciplina da criança; pois se fustigares com a vara, nem por isso morrerá” (Pv 23:13).

Há crianças que são cheias de astúcias, para isso a palavra nos recomenda a disciplina; “A estultícia está ligada ao coração da criança, mas a vara da correção a afugenta dela” (Pv 22:15).

De acordo com provérbios a vara é um excelente instrumento de instrução para que a criança venha tornar-se sábia; “A vara e a repreensão dão sabedoria,mas a criança entregue a se mesma, envergonha a sua mãe. Quando os ímpios se multiplicam, multiplicam-se as transgressões, mas os justos verão a sua queda. Castiga o teu filho, e te dará descanso, e delicias a tua alma” (Pv 29:15-17).

O apostolo Paulo teve um cuidado todo especial ao instruir quanto à criação dos filhos, para que ficasse bem claro qual é a vontade de Deus, e a responsabilidade dos pais para com eles. Em Deuteronômio capitulo 6:1-7, encontramos um dos textos mais clássicos quanto ao ensino dos filhos, e como fica clara a responsabilidade dos pais. Portanto, os filhos devem receber dos pais com muito amor, o ensino das Escrituras Sagradas.

Os pais não devem ter favoritismo, devem ajudar, bem como corrigir e castigar quando necessário. Os pais devem dedicar suas vidas aos filhos, com amor, (Cl 3:12-14). Além da compreensão os pais devem sempre apresentar seu filhos a Deus em oração, (Ef 6:18).